Meu amigo Cláudio é uma grande ameaça à economia de mercado. Também costuma furar filas e sair de lojas sem pagar, pelo menos em dinheiro. Ainda é acompanhado pelo gerente até a porta e se despede com um beijo. Um horror para quem o vê. Uma delícia para quem o acompanha. Um exemplo para as empresas.
Há anos, ele abandonou o talão de cheque, a carteira de dinheiro e mantém apenas um (dos vários) cartões de crédito que possui, no bolso traseiro da calça, “para uma emergência” como ele próprio me confidencia. Read the rest of this entry »
“Preto se você me der amor, tudo de mim você terá. Preto, se você pisar na bola, eu boto outro em seu lugar.” (Cláudia Leitte – “Preto”)
Cláudia Leitte sempre nos diverte e nos provoca a chacoalhar o esqueleto. “Preto”, uma de suas músicas mais recentes, retoma uma questão relevante: a reciprocidade — palavra antiga, sonoridade estranha, semântica difusa. “Se você me der amor, tudo de mim você terá”. Como converter a frase para as empresas e seus consumidores? Que tipo de amor suas marcas têm lhe dado? Percebe-se claramente, uma diferença de tratamento entre os consumidores que ainda não fizeram a primeira compra e aqueles já clientes. Aos primeiros, muitas ofertas, brindes, vantagens e descontos para que entrem no clube. Aos segundos? A nota fiscal, o carnê ou um telefone para esclarecimentos de dúvidas. Read the rest of this entry »
Em 1998, Jonathan Keller, um artista plástico novaiorquino, comprou uma câmera digital relativamente cara. Questionado pela namorada sobre o fato de ter investido num produto que não teria tanta utilidade, começou a pensar numa forma de rentabilizar o investimento.
“O que eu poderia fotografar todos os dias?”, imaginou ele. Chegou à conclusão de que o objeto mais fácil e acessível de ser fotografado, seria ele mesmo, seu rosto. Read the rest of this entry »
A ex-modelo e empresária Luiza Brunet, 48 anos, mãe de dois filhos, tira a roupa e mostra as tatuagens pelo corpo em um ensaio sensual assinado pelo fotógrafo Bob Wolfenson. O resultado pode ser conferido na revista Homem Vogue, deste mês de junho. Luiza é um clássico da publicidade e um case de share of mind. Sua credibilidade tem longevidade há décadas e sua capacidade de se revitalizar é digna de admiração. Modelo, empresária, atriz e política, Luiza se supera nos posicionamentos de mídia. Qual o segredo de tanta vitalidade mercadológica?
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