No auge das baladas “disco”, uma música despontava com grande sucesso e um grito de ordem “não converse, apenas beije”. O ano? 1991. O clipe? Sedutor e cheio de gente linda, feliz e bem resolvida, interagindo com beijos e quase nenhuma troca de ideias ou discussão de relações, a famosa “DR” como diríamos anos depois.
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Perguntar mais que responder: alguns consideram um grande desafio na interlocução com o cliente. Outros questionam o que perguntar. Não acredito em scripts. Defendo o roteiro amplo e aberto capaz de ser adaptado à realidade e ao momento do cliente. Muitos autores propõem roteiros amplos e profundos. Nos tempos modernos, uma boa pergunta mostra-se mais eficaz que um questionário extenso.
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Se é Versace, não é barato.
Se é barato não é Versace.
Sempre me preocupam as estratégias de “low price” que viciam o cliente e inibem a percepção de outros atributos da marca.
Sinto-me tomando Veuve Clicquot em copo de geleia. Você nem degusta o prazer da bebida nobre, nem percebe a durabilidade do copo de vidro.
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Problema estrutural da sociedade dita “moderna”. Muitos assuntos… Poucos aprofundamentos… e a constante ansiedade no museu de grandes novidades.
E nós? Temos nos esforçado por novos assuntos junto aos nossos clientes? Qual foi a última vez em que dissemos “oi” a eles?
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Programa Minha Casa, Minha Vida:
“É possivel atingir a meta de um milhão de moradias até o final de 2010?” (Revista Vida Imobiliária, edição 11)
Sempre que me perguntam sobre crenças e possibilidades, resgato a história do barco cujos dois remos eram batizados com palavras ‘acreditar’ e ‘agir’. Se usarmos apenas o remo direito, chamado de ‘acreditar’, o barco gira em círculos e nos leva ao fantatismo inoperante. Se assumirmos apenas o remo esquerdo, chamado ‘agir’, o barco também não sai do lugar e esforça-se de maneira desorientada. Por isso, os dois remos precisam atuar juntos para nos levar o barco da nossa autoconfiança à praia de nossas metas. (Fernando Adas)