Um hábito me acompanha, há anos. Ao acordar, seleciono alguns nomes no celular e disparo a mensagem: “Bom dia!”. Ao longo do dia, repito a outros: “calor de matar…”. E encerro a noite com um “pensando em você nas minhas orações…”.
A ação preza os preceitos de uma comunicação eficaz. Alimenta-se de nomes extraídos de uma mesma base de dados (meu celular), adota-se uma oferta única (a saudação) e utiliza-se um único script (a frase enviada). Read the rest of this entry »
Outro dia fui a um aniversário de um amigo que completava 40 anos. Dentre os rituais planejados para a festa, surgiu uma garrafa contendo bilhetes e mensagens deixadas por parentes e amigos que estiveram visitando-o, ainda bebê, na maternidade. Agora, em plena maturidade, a garrafa seria quebrada, os bilhetes abertos e as mensagens resgatadas. Confesso que nunca havia presenciado algo parecido.
Até guardo alguns bilhetes, fotos e presentes da infância, mas uma coleção completa de fatos e fotos presos numa garrafa durante quatro décadas pareceu-me assustador. Como se tratava de um ritual da família, mantive-me discreto e observador aos recados. A primeira mensagem era da avó falecida há oito anos. “Que Deus te ilumine sempre” foi o desejo simples e genérico. A segunda era de uma tia ainda viva e presente na festa. “Siga o caminho de seu pai e seu avô”… Os olhos da tia marejaram-se.
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A Fine Marketing, empresa que alia a atividade do planejamento de campanhas de marketing direto e a operação de um Call Center, comemora cinco anos de atividades e lança sua nova identidade corporativa. A empresa assumiu uma nova fase, buscou uma marca capaz de refletir os fundamentos de seu negócio. A empresa tem o compromisso de auxiliar na atualização e manutenção da raiz de uma campanha de marketing direto, na medida em que os projetos de pesquisa, atualização e RSVP mantêm o cadastro preparado para receberem ações de comunicação dirigida. Read the rest of this entry »
18
dez
2009
Clientes, varejo
Você acredita em Papai Noel? Eu acredito. Na verdade, estou resgatando esta crença que perdi um pouco antes dos sete anos e que agora me faz perceber que nossa vida é bem mais animada quando cremos em algo que não se vê.
Meu Papai Noel atual é diferente. Continua gordo, barbudo, grisalho, míope, mas traz sentimentos que eu não percebia na infância. Hoje, ele é simpático. Read the rest of this entry »