“O Arnesto nos convidou pra um samba, ele mora no Brás
Nós fumos não encontremos ninguém
Nós voltermos com uma baita de uma reiva
Da outra vez nós num vai mais”
(Adoniram Barbosa)

Atuo na área de RSVP telefônico há alguns anos, percebo como os eventos são vastos ambientes para o surgimento de causos. Nos anos 90, a empresas descobriram o telefone como mídia dirigida. Ainda hoje, muitas tentam utilizá-lo para funções que extrapolam sua capacidade e o resultado. Quem já não recebeu aquela ligação noturna, oferecendo um cartão de crédito inovador.
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Ícone do samba paulista, Adoniran Barbosa tem sua obra sendo relembrada ao longo de 2010. Mas foi nesta sexta-feira (6) que, se estivesse vivo, o cantor e compositor completaria cem anos de idade. Autor de clássicos, como “Trem das Onze”, “Tiro ao Álvaro” e “Samba do Arnesto”, é o responsável por uma das letras mais divertidas do cancioneiro popular, versos que nos lembram da decepção em não se encontrar algo ou alguém que buscamos.

“O Arnesto nos convidou pra um samba, ele mora no Brás
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