*Por Fernando Adas

Você já perdeu uma amiga em pleno shopping center?

Ou terminou um namoro dentro de um provador de roupas?

Eu já.

Tive amigos maravilhosos, mas que eram viciados em compras. Mais do que isso, eram indecisos e incansáveis na pesquisa sobre a melhor oferta, a melhor cor, o melhor modelo.

Conclusão: nossos encontros sempre ocorriam em shoppings e as conversas evoluíam de loja em loja, com pausas para a prova de roupa ou sapato.

Também fui muito odiado por vendedores que eu ameaçava com minha impaciência.

Enfim, acompanhante de compras, normalmente exala stress ao comprador, ao vendedor e a ele mesmo.

Comento isso, inspirado num artigo que li sobre os “Estacionamentos de Marido”, uma área de lazer que tem sido proposta por alguns estabelecimentos comerciais para entreter os acompanhantes do comprador. Enquanto sua esposa resolve o dilema da escolha entre o verde ou o azul, você se entretém na decisão entre ler uma revista ou ver televisão.

A ideia é perfeita para o atendimento das outras personagens presentes no momento de uma compra.

Sabemos que quando alguém entra na loja, traz junto quatro entidades: o Decisor, o Pagante, o Usuário e o Influenciador. Não é Espiritismo. É Marketing.

O cliente decide a compra. Paga com dinheiro próprio ou cheque do marido. Compra para si ou para alguém. Pode ou não se influenciado por outras pessoas e é aí que entra o tal marido, amigo, mãe ou sogra impacientes.

Muitas vezes o esforço da venda deve se concentrar no influenciador pois, através dele, a decisão chega ao cliente.

Por isso, fique atento às personalidades de seus clientes. Ele pode ser o usuário da compra mas não o pagante. Pode ser o decisor mas não o usuário.

E você terá que conhecer e atender a todos elas. Ao mesmo tempo.

Quer saber mais sobre os Estacionamentos de Maridos? Visite a minha página no Facebook.

http://www.facebook.com/#!/fernandoadas/posts/333059226745490?notif_t=like

*Fernando Adas é diretor de atendimento e planejamento da Fine Marketing.

E-mail: fernando@fmarketing.com.br – Blog: www.fmarketing.com.br/blog

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*Por Fernando Adas

Ontem, comemoramos o Dia do Consumidor.

Você o cumprimentou? Comprou bolo? Deu presente?

Sempre achei que dedicar um dia à determinada causa, sinalizava o fato de que não estaríamos cuidando bem dela, ao longo do ano.

Dia do índio! Gente, vamos preservar nossos irmãos nativos.

Dia da Árvore! Atenção ao desmatamento.

Consciência Negra! Direitos iguais.

Mas no Dia do Consumidor, sobre o que você pensou?

Já que o clima é de reflexão e penitência, vamos aos sete pecados cometidos frequentemente junto ao consumidor:

1)    Gula.

Queremos saber tudo sobre ele. Fazemos pesquisa, aplicamos cuponagem, buscamos dados na internet.

Após nos empanturrarmos de informações, o que fazemos com elas?

Não seria melhor capturar os dados cadastrais e começar com um “Hello!” ou “Thank you!”?

2)    Avareza.

O consumidor é fiel a você.

Tem recência, frequência e valor.

E o que você oferece a ele como reconhecimento? A mesma oferta dirigida aos novos clientes. Simples assim. Sem nenhum diferencial.

Abra o bolso e o coração aos clientes que fizeram isso com você.

3)    Preguiça.

Ele entra na sua loja, olha, olha, olha e sai sem levar nada.

Você o aborda? Sonda? Tenta entender os motivos dessa falta de apetite comercial?

Levante-se e vá aos  seus clientes. Ouça-os. Interaja e dê dinamismo a esta relação.

4)    Ira.

“Xi…lá vem Dona Marta, a chata que pede descontos e ainda quer parcelamento…”

“Fujam dela. Cliente caroço”. E o que pensa você e sua equipe.

Resgate o Lennon que há em você: “ Dê uma chance à paz!”

Toda relação comercial é passível de reversão positiva. Não há clientes difíceis. Há cliente mal  trabalhados.

5)    Soberba.

Pare de achar que sua marca é a “only girl in the Word”. Essa fórmula só fez sucesso com a Rihanna.

Seja humilde e perceba que o Mercado e os consumidores evoluem e você precisa estar sintonizado com eles.

6)    Luxúria.

Frequentemente, queremos a região pélvica dos consumidores.

Mais especificamente o seu bolso e o dinheiro que há lá.

Amplie sua visão para conquistar o coração e a mente do consumidor. Invista na marca, no atendimento, nos serviços.

O bolso vem como consequência.

7)    Inveja.

Pare de cobiçar os pontos fortes de seus concorrentes.

Cada marca tem sua alma e precisa dizer a que veio, dentro de sua essência e características próprias.

É melhor servir um arroz bem feito aos consumidores do que um risoto mal copiado.

Que Deus lhe dê muitos consumidores. Bom fim de semana.

*Fernando Adas é diretor de atendimento e planejamento da Fine Marketing.

E-mail: fernando@fmarketing.com.br – Blog: www.fmarketing.com.br/blog

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*Por Fernando Adas

Você assiste ao futebol americano?

Sabe o que é um “running back”?

Não tenho visto nem o brasileiro mas, nesta semana, a final do Super Bowl nos trouxe boas imagens e algum ensinamento: Gisele Bundchen falando “demais” para defender seu marido Tom Brady, derrotado com seu time New England Patriots e Madonna, com seu “pocket show” no intervalo do jogo.

A primeira recebeu o sábio conselho do time concorrente: “Feche a boca e continue linda”. Madonna, um pouco mais sábia que Gisele, já entrou no palco bela e calada, amparada no “play back”.

Fechar a boca e prosseguir bonita é a atitude de muitas marcas que nos prometem maravilhas mas não dizem a que vieram.

Você já deve ter sido impactado por aquele comercial empolgante que te convidava: “Venha!”, ou por aquela abordagem da promotora, afirmando: “Sua vida vai mudar!”

Mas após a compra, a marca fica calada e não entrega o que prometeu.

Marcas são promessas, são estilos de vida. Precisa sim serem lindas mas precisam mais ainda, cumprir suas promessas, dizer algo.

Desta forma, suas chances de vencer as partidas no mercado, seriam bem maiores.

Um bom final de semana a você. Belo em diversão. Calado em problemas.

Veja Madonna no Super Bowl: http://www.youtube.com/watch?v=T5C5AfjbE1M

*Fernando Adas é diretor de atendimento e planejamento da Fine Marketing.

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*Por Fernando Adas

Devo confessar que toda vez que o SPFW chega à mídia, fico pensando sobre a tão necessária fantasia como atributo das vendas.

Ninguém compra algo pela sua real necessidade concreta. Busca uma referência emocional que pode vir de um bom atendimento, de um modelo exclusivo ou de uma nova tecnologia ao qual temos acesso.

Diferenciar o consumidor em seu momento de compra é forte elemento decisor ao fechamento.

E os desfiles são exemplos vivos disso.

Modelos altas, magras, lindas e perfeitas, como não se vê nas ruas.

Roupas ousadas e atitudes tantas vezes desejadas por nós, e nem sempre realizadas.

Cenários e trilhas sonoras que nos fazem “viajar”.

E no dia seguinte? Ou melhor, logo após os desfiles?

Será que as modelos vestem seus jeans e tênis e vão embora de ônibus?

Será que os cenários viram entulhos?

E as roupas, voltam para os estúdios ou vão para as lojas.

A Moda nos ensina que o aspecto aspiracional é importante na conquista de clientes.

Entretanto, no mundo real das lojas e de consumidores que trabalham, estudam, viajam, ela precisa se adaptar e oferecer soluções plausíveis ao dia-a-dia.

Aos nossos negócios, fica a reflexão de que seduzir na prospecção é fundamental. Realizar a entrega, mais importante ainda.

E um dos estilistas que mais entendeu e mostrou isso foi o Fause Haten com suas roupas cheias de brilho e cores. Mundo ideal.

E  uma trilha sonora que nos brindou com Alcione e Guilherme Arantes. Mundo real.

Eu achei o máximo.

Veja o desfile do Fause Haten

http://www.youtube.com/watch?v=jp7ANppGe_E

*Fernando Adas é diretor de atendimento e planejamento da Fine Marketing.

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*Por Fernando Adas

Que o Mundo é dirigido pelas mulheres, a gente já sabe desde quando Eva fixou o olhar em Adão e disse: “Coma!”

E para ser mais atual, ver Dilma Rousseff e Angela Merkel discutindo os rumos financeiros das nações, mostra-nos que o poder de liderança feminina continua acima e abaixo da linha do Equador.

Mas, o que é ser mulher?

Já percebemos que homens e mulheres não são mais o que sempre foram.

Mulheres são chefes de família. Homens são chefes de cozinha. Nos salões de beleza? A maioria dos profissionais é masculina. Nas universidade? As mulheres predominam.

Há um novo olhar sobre as atitudes capazes de identificar determinado consumidor como masculino ou feminino e, mais do que isso, surgem novos perfis intermediários.

Sempre fui fascinado pelas diferenças de atitude entre homens e mulheres.

Num restaurante, grupo de amigas almoçando. Como se tratam? Dri, Sil, Dé, Lu… Numa mesa ao lado, os homens: Gordo, Cabeção, Rato e Negão.

Sobre o que falam elas? Dividem seus pensamentos e sentimentos mais profundos com um completo estranho que lhe dê atenção. Eles? Talvez contem apenas sob coerção, na frente de um juiz.

A conta chega e os homens jogam na mesa R$ 20,00, cada um, mesmo que o valor seja  R$18,20 a cada um. Nenhum deles terá trocado e nenhum vai ao menos admitir querer o troco – logo o troco será convertido em “saideiras”. As mulheres? Estão com as calculadoras ou procurando o valor exato em moedas. Dentro da bolsa capaz de guardar todas as moedas do Banco Central…

Na despedida, as mulheres: “Menina, você “tá” linda!” (Quando viram as costas vem o comentário : “Botox ou lipo?”). Já os rapazes: “vamos nessa “gordo”… “careca”…”veado” (Quando viram as costas vem o comentário: “pô, esse cara é gente fina!”).

Você é mais masculino ou feminino em suas relações?

*Fernando Adas é diretor de atendimento e planejamento da Fine Marketing.

E-mail: fernando@fmarketing.com.br – Blog: www.fmarketing.com.br/blog

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